Anna Wintour || Créditos: Reprodução

Apesar de se sentir triste, Anna Wintour sabia que seria retratada de forma polêmica em livro de seu fiel escudeiro

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Anna Wintour || Créditos: Reprodução

Apesar de ter escrito em sua autobiografia que Anna Wintour “não é capaz de ser bondosa”, entre outras cutucadas nada discretas e conforme Glamurama contou na última sexta-feira, André Leon Talley – que durante décadas foi o fiel escudeiro dela no comando da “Vogue” americana – garantiu em uma entrevista recente que a editrix não pode ter sido pega de surpresa pela observação. “A primeira coisa que fiz quando terminei meu livro foi enviar um esboço para a Anna por e-mail e perguntar se havia alguma parte que não deveria ser publicada”, disse o jornalista de moda ao Women’s Wear Daily, no qual também deu expediente.

De acordo com Talley, a fashionista número um pediu que apenas algumas referências a alguns membros de sua família e em especial à sua filha, Bee Shaffer, fossem retiradas. E só. “Nada do que escrevi foi em busca de vingança. No livro eu falo inclusive que alguns dos melhores anos da minha vida foram na ‘Vogue’, e basicamente devo minha carreira a ela”, o atual colaborador do programa “Fashion Police” do canal “E!” disse no bate papo.

Wintour, por sua vez, declarou por meio de seus assessores ao WWD que ficou triste pela maneira que sua “amizade de tanto tempo” com o ex-assessor foi detalhada, mas respeita a visão dele e lhe deseja apenas o melhor. Prevista para chegar às livrarias do hemisfério norte em setembro, a obra intitulada “The Chiffon Trenches” (“As Trincheiras de Chiffon”, em tradução livre) foi um dos assuntos mais discutidos nos círculos do mundinho nova-iorquino no último fim de semana. Talley, aliás, fez graça com todo esse bafafá em um Story que postou no Instagram na segunda-feira: “Perdi alguma coisa?”, ele ironizou. (Por Anderson Antunes)

André Leon Talley || Créditos: Reprodução
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