Ano velho e ano novo por Giovanni Bianco para o Glamurama

0 Compartilhamentos
0
0
0
0
0
Giovanni Bianco
Giovanni Bianco || Créditos: Bruna Guerra

Giovanni Bianco, que vive há anos em Nova York mas vive conectado tanto profissionalmente – seus clientes na direção de arte vão de Madonna a Anitta -, quanto pessoalmente com o Brasil, bateu um papo com Glamurama durante uma de suas mais recentes passagens por aqui. O assunto? O ano que está acabando, o que vem por aí e superstições e resoluções de Ano Novo. Pode entrar!

Glamurama: Como você define o ano de 2015? 
Giovanni Bianco: “Foi um ano meio complicado. É como se eu tivesse tido os melhores e os piores dias da minha vida. Tive muitos ganhos e muita perdas. Foi um ano importante, porque fiz 50 anos, e tem uma simbologia muito grande por trás disso. Mas também perdi bastante coisa, profissionais e pessoais. Foi um ano de guerra. Me senti como se estivesse indo para a guerra. Foi um ano de muito aprendizado.”

Glamurama: Como vai passar a virada do ano? 
Giovanni Bianco: “Vou passar super tranquilo. Odeio festa de Ano Novo. Acho chato cumprimentar gente que eu não conheço. Acho que as pessoas tentam ser felizes naquele momento quando elas deveriam ser felizes no ano inteiro, né? Eu gosto de dormir, e no máximo falar ‘Feliz Ano Novo’.”

Glamurama: E superstições, tem alguma? 
Giovanni Bianco: “Todas. Faço aquilo que as pessoa falarem pra eu fazer. Sou super supersticioso com o que as pessoas me falam no momento. Eu acho que vou pra Angra na casa de um amigo este ano e lá vou fazer o que alguém de disser que eu devo fazer.”

Glamurama: E resoluções, você costuma fazer?
Giovanni Bianco: “Não, porque não acredito no futuro e nem no passado. Consigo compreender o presente e fico pedindo pra hoje. Primeiro agradeço, em seguida digo ‘ainda bem’, e depois peço força pra continuar. Não tenho uma relação com o amanhã. Não o conheço… Adoraria ficar mais alto ou mais magro, mas pra que ficar pedindo isso? Também não tenho uma relação material. Nunca estabeleci metas na minha vida. Trabalho e a consequência do trabalho é isso.”

Você também pode gostar
Solidão Pandemia

Depois da tempestade

O restaurante que eu frequentava antes da pandemia reabriu. Esteve fechado por meses, e eu o tinha como…