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Emma Tucker
Foto; Divulgação/News Corp

A partir de 1º de fevereiro do ano que vem, a jornalista britânica Emma Tucker se tornará uma das mulheres mais poderosas da imprensa internacional. É que Tucker, que fez carreira no “Sunday Times” do Reino Unido, do qual ainda é editora-chefe, assumirá o mesmo cargo no “The Wall Street Journal”, o jornal de 133 anos dos Estados Unidos que é tido como um dos mais influentes do país e do mundo, substituindo Matt Murray, seu atual editor-chefe.

Aos 56 anos, Tucker é a primeira mulher escolhida para comandar o “Journal” e sua maior subsidiária, a agência de notícias econômicas Dow Jones Newswires. Ambos são parte do portfólio de publicações da News Corp, a gigante de mídia criada por Rupert Murdoch.

Tucker se destacou bastante em 2020, quando comandou uma verdadeira operação no “Times” que resultou em uma série de reportagens exclusivas do diário sobre os erros cometidos pelo governo britânico na gestão da pandemia de Covid-19, algumas das quais acabaram resultando em demissões de oficiais.

Ela também tem fama de usar o jornalismo escrito para defender temas polêmicos, como um controle maior de medicamentos usados para tratar a epilepsia que teriam impacto na saúde de bebês em gestação, como o valproato de sódio, e esclarecimentos sobre a amizade suspeita do ex-primeiro-ministro britânico David Cameron com o falido investidor australiano Lex Greensill.

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