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Depois de fuga para o campo na pandemia, retorno para os centros urbanos é uma realidade

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Com a disseminação da Covid-19, parte da população se refugiou no campo em busca de uma rotina mais serena, além do distanciamento e o isolamento. Prova disso é que nos primeiros meses da pandemia, a procura por imóveis em cidades a mais de 100 km de São Paulo subiu 340%, segundo o Grupo ZAP. Com isso, as grandes metrópoles ficaram mais vazias fazendo com que o trânsito fluísse melhor e a poluição fosse amenizada.

No entanto, essa escolha pela mudança de CEP, mesmo que de forma temporária, não é um privilégio para muitos. De acordo com a pesquisa da consultoria de locação e gestão de imóveis, a CBRE, os norte-americanos que deixaram as cidades eram, em sua maioria, jovens e ricos. “Trata-se de um grupo que quer as facilidades urbanas como bares, restaurantes e lojas”, disse Eric W, diretor do estudo.

Agora, com a flexibilização das restrições por conta do avanço da vacinação, a saudade do caos parece ter voltado e os urbanóides têm retornado para seu habitat natural. Dados de uma operadora de celulares de Nova York indicaram esse comportamento, como também apontaram que a população da cidade voltou a crescer. Isso é comprovado com o agito em San Francisco, que depois de ficar vazia a ponto dos aluguéis despencarem, os trabalhadores do Vale do Silício voltaram a frequentar a cidade fazendo com que o preço dos imóveis voltassem a subir, notifica a Zillow, empresa especializada no mercado imobiliário de lá.

Outro ponto, é que com o avanço da vacina a vida em Nova York anda agitada novamente, e o street style local volta a ser um dos mais badalados do mundo.

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