20.04.2019  /  9:00

Marcos Amaro e Ksenia Kogan Amaro recebem turma artsy em sua fundação em Itú

Disseminar a arte brasileira e apresentar um recorte com trabalhos dos mais importantes artistas nacionais. Esse é o objetivo de “Utopia de colecionar o pluralismo da arte”, nova exposição do acervo da Fundação Marcos Amaro (FMA), sediada na Fábrica de Arte Marcos Amaro (FAMA), em Itu, no interior de São Paulo. Na última semana, a instituição abriu mais uma mostra com as aquisições recentes de nomes importantes e em ascensão da cena artística do Brasil.

Com curadoria de Ricardo Resende, a exposição foca na singularidade da Coleção Marcos Amaro e Ksenia Kogan Amaro: a predileção por esculturas e instalações de grande porte, que ocupam amplos espaços, como os trabalhos ‘Se Vende’, de Carmela Gross, que agora abriga a Sala 4 da Fundação, e ‘ACachoeira’, de Leda Catunda, apresentado pela primeira vez na 18ª Bienal de São Paulo, e que agora pode ser vista na Sala 2. “Ambas são obras emblemáticas, mas que, por suas dimensões, demoraram para encontrar o lugar ideal e definitivo em um acervo”, diz o curador.

A mostra traz também a tela ‘The Railway Surfer and the Ghost Train’, de Luiz Zerbini, fundador do grupo Chelpa Ferro, e a escultura de mais de dois metros ‘Gran titre’, de Frida Baranek.

Com mais de mil obras, a coleção de Marcos Amaro vem sendo construída ao longo dos últimos dez anos. De lá para cá, o colecionador tem investido em obras dos mais importantes artistas, com foco maior nos brasileiros.