Paris Jackson abre o jogo sobre infância ao lado do pai, ativismo e álbum lançado na pandemia: ‘Eu cresci pelo mundo’

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Ela raramente dá entrevista, mas abriu o jogo em papo com Naomi Campbell. Paris Jackson, filha do meio de Michael Jackson, falou sobre sua infância repleta de viagens, a carreira de modelo, de cantora e sobre como usa suas redes sociais para o ativismo de causas que acredita. Da sua casa em Los Angeles, nos Estados Unidos, a jovem de 23 anos ainda falou da paixão pela música, que herdou do pai e do seu último álbum “Wilted” – que significa “murcha” em tradução livre -, que lançou em novembro do ano passado. Ao papo!

INFÂNCIA
“Pelo o que me contaram, eu fui concebida em Paris e daí vem a inspiração para o meu nome, mas nasci em Los Angeles, na Califórnia. Só que eu meio que cresci em todos os lugares. Passamos uma longa temporada no norte do país, depois moramos na Costa Leste e também no sul. Morei por um tempo no Reino Unido e em alguns países da Europa. É… Cresci pelo mundo. Foi realmente um privilégio viver tantas coisas tão nova. Apesar de muitos momentos serem repletos de glamour e pompa, meu pai fazia questão que a gente fosse culto e investia muito na nossa educação. Então, vimos muita coisa, visitamos muito países, conhecemos muitas culturas e também as diferentes realidades”.

MÚSICA
“Minha grande paixão é a música e isso é muito natural para mim. Meu último álbum, “Wilted”, simplesmente aconteceu durante o lockdown. Foi um momento em que deixei minha criatividade solta e ela trabalhou sozinha… as músicas só nasceram. Quando chegou a hora de ir para o estúdio, o trabalho já estava praticamente pronto. Graças ao isolamento, a banda com quem eu trabalho estava disponível para gravar, porque normalmente eles estão em turnê. Gravamos as músicas entre agosto e setembro, e em novembro já lançamos. Foi realmente muito rápido e até agora parece que estamos indo bem. Esse projeto e o conceito todo são muito íntimos para mim, saíram do fundo do meu coração. É o meu bebê!”.

CARREIRA E ATIVISMO
“Vou ser bem sincera com você, quando comecei a modelar não entendia nada sobre moda. Na verdade, até hoje sinto que não sei muito. Só pensava no jeito mais rápido de aumentar o tamanho da minha plataforma, ganhar seguidores e então fazer a diferença, falando: ‘Ei, pessoal, olha o que está acontecendo na Síria’ ou ‘Vamos assinar essa petição?’. Como muitas pessoas sempre falaram que pela minha altura e tipo físico me sairia bem nessa carreira, decidi seguir esses conselhos. Mas foi só de um tempo para cá que eu comecei a entender a arte por trás da moda, principalmente quando se fala de designers, como Stella McCartney e Alexander McQueen, de quem sou muito fã”.

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