19.08.2019  /  9:59

Olha quem está no barco da ativista Grace Thunberg: Pierre Casiraghi, príncipe de Mônaco!

Greta Thunberg e Pierre Casiraghi (de camiseta branca), junto com Svante Thunberg e Boris Herrmann (de boné) || Créditos: Reprodução

Ser membro da família real mais “cool” da Europa tem lá suas vantagens, como por exemplo ter a chance única de velejar pelo Atlântico como convidado de honra da maior ativista “green” do momento, a sueca Greta Thunberg. Na última quarta-feira, a jovem de 16 anos embarcou em uma viagem que vai se estender por semanas no veleiro Malizia II, que saiu de uma marina de Plymouth, no sudoeste do Reino Unido, e ainda tendo como companhia ninguém menos que Pierre Casiraghi, filho da princesa Caroline de Mônaco e sobrinho do atual chefe de estado do principado, o príncipe Albert II. Também participam da aventura o velejador alemão Boris Herrmann, dono da equipe de regata Malizia, o cinegrafista sueco Nathan Grossman e Svante Thunberg, pai de Greta.

O rumo deles é Nova York, a tempo de chegar por lá para participar da conferência anual sobre a mudança climática que a ONU organiza a partir do dia 23 de setembro. Greta é uma das presenças mais aguardadas no evento, e como ela se recusa a andar de avião (para não contribuir com a emissão de carbono), a solução foi viajar pelo mar – no caso, em uma embarcação cuja eletricidade será gerada por turbinas submarinas não poluentes e painéis solares.

Casiraghi, que tem 31 anos e é casado desde 2015 com Beatrice Borromeo, nunca foi muito chegado em questões relativas ao meio ambiente, mas simpatiza com o entusiasmo de Greta na defesa da causa e resolveu ajudá-la convencendo seu amigo Herrmann a levá-la até NY de barco, e de quebra resolveu ir junto. Mas a vida a bordo do Malizia II nessas próximas semanas não terá nada de luxo, já que o veleiro não tem banheiro e nem cozinha. Em se tratando da alimentação dos viajantes, todos veganos, o cardápio inclui apenas alimentos desidratados e empacotados, ao passo que para as necessidades físicas deles há apenas um balde azul. Pra quem foi criado em palácios, é quase uma revolução. (Por Anderson Antunes)