07.06.2020  /  9:00

Glamurama lista sete cineastas negras brasileiras que você precisa conhecer e assistir as obras. Play!

Ana Flávia Cavalcanti, Sabrina Fidalgo e Camila de Moraes / Crédito: Instagram

O cinema nacional merece ser apoiado, ainda mais quando ele envolve o trabalho de mulheres negras que produzem filmes, documentários e curtas que mostram o seu olhar em relação à vida. No atual contexto social, é necessário sair ainda mais da nossa bolha, conhecer realidades diferentes e estudar sobre racismo e privilégio branco. Por isso, fizemos uma lista com sete filmes feitos por mulheres negras brasileiras. Confira, aprenda e se divirta!

Rã (2019) – Ana Flávia Cavalcanti

O longa é dirigido por Julia Zakia e uma artista já muito conhecida na televisão: Ana Flávia Cavalcanti. Na trama, Val e suas duas filhas vivem sozinhas. Em uma madrugada são acordadas por alguém no portão, Neném Preto, amigo e funcionário do mercadinho, que faz um estranho pedido: usar seu quintal para colocar uma carga exótica. Mãe de família, ela hesita, mas acaba cedendo. Além de dirigir, Ana Flávia é protagonista!

Sem Asas (2019) – Renata Martins

Dirigido por Renata Martins, “Sem Asas” conta a história de Zu, um garoto negro de 12 anos. Ele vai à mercearia comprar farinha de trigo para a sua mãe e, na volta pra casa, descobre que pode voar.

"Sem Asas"

O curta-metragem “Sem Asas”, dirigido e roteirizado pela cineasta Renata Martins, estréia em São Paulo, no dia – 22/09/2019. O filme faz parte da Mostra Competitiva da 30º Festival Internacional de São Paulo, considerado um dos maiores festivais da América Latina. Confira o teaser e venha se emocionar conosco <3 – Cinemateca Brasileira Sala BNDES 22/08 às 21h – CineSESC 24/08 às 17h- Cine Olido 25/08 às 17h- CCSP 30/08 às 15hTeaser: Samia Lacerda Alencar <3

Publicado por SEM ASAS em Quinta-feira, 22 de agosto de 2019

O Dia de Jerusa (2014) – Viviane Ferreira

Lançado em 2014 por Viviane Ferreira, “O Dia de Jerusa” é um longa nada convencional. Silvia (Débora Marçal) trabalha com pesquisa de público para uma marca de sabão em pó. Ao bater na porta de Jerusa (Léa Garcia), é surpreendida com respostas nada convencionais, e o diálogo a leva a compreender a vida de outra maneira, menos rápida e menos quantitativa.

Rainha (2016) – Sabrina Fidalgo

O curta de Sabrina Fidalgo levou o prêmio de melhor filme pelo júri popular no Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em 2016 e conta a história de Rita (Ana Flavia Cavalcanti), uma moça cujo sonho é se tornar rainha de bateria da escola de samba de sua comunidade, é a mesma de muitas mulheres no Brasil e é a história de “Rainha”.

Café com Canela (2018) – Glenda Nicácio

Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próximas. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude.

Amor Maldito (1984) – Adélia Sampaio

Amor Maldito foi o primeiro longa-metragem dirigido por uma mulher negra na história do cinema brasileiro e trata de um assunto polêmico. Baseado numa história real, o filme mostra a relação amorosa entre a executiva Fernanda (Monique Lafond) e a ex-miss Sueli (Wilma Dias)!