10.02.2019  /  8:00

Glamurama lista os 5 motivos que comprovam por que vale desembolsar US$ 4 milhões para ter Drake no Rock in Rio

Drake, o rei do Rock in Rio || Créditos: Getty Images

Depois de um sonoro “não, obrigado” na primeira tentativa, a organização do Rock in Rio decidiu abrir ainda mais o bolso e confirmou Drake em seu line-up por um cachê estimado em US$ 4 milhões (cerca de R$15 milhões). O canadense será a atração principal do dia 27 de setembro. Esse é com certeza um investimento alto, inclusive para um dos maiores festivais de música do mundo, mas ele é sem dúvida o artista do momento e, por isso, Glamurama investigou os motivos pelos quais vale a pena pagar essa pequena bolada para ter o rapper por aqui. Dá uma espiada!

1 – Line-up repetido

Pink, uma das únicas atrações inéditas do Rock in Rio || Créditos: Getty Images

Até o momento, o line-up do Rock in Rio tem confirmado artistas de primeira grandeza, sem dúvida, mas a única inédita até então era Pink, que sobe ao Palco Mundo, o principal do evento, na noite de 5 de outubro. A cantora é sucesso, mas está longe dos “poderes” de Drake e de sua atual importância no cenário mundial. Isso não quer dizer que shows como o de Bon Jovi, Iron Maiden, Imagine Dragons e Os Paralamas do Sucesso e os outros artistas não valiam o ingresso, mas ter uma atração que nunca se apresentou no país e com esse status faz toda a diferença.

2 – Rei dos Recordes
Em 2018, ele lançou “Scorpion” e deixou ninguém menos que Michael Jackson e os Beatles para trás. Isso porque o álbum alcançou a incrível marca de 1 bilhão de execuções nas plataformas de streaming somenta na semana do lançamento e ele emplacou nada menos do que 12 canções desse CD no topo das paradas. Tá bom?

“God’s Plan” – 1° posição no dia 3 de fevereiro
“Diplomatic Immunity” – 7° posição no dia 3 de fevereiro
“Look Alive (BlocBoy JB feat. Drake)” – 7° posição no dia 3 de março
“Walk It Talk It (Migos feat. Drake)” – 10° posição no dia 14 de abril
“Nice for What” – 1° posição no dia 21 de abril
“Yes Indeed (Lil Baby & Drake)” – 6° posição no dia 2 de junho
“Nonstop” – 2° posição no dia 14 de julho
“I’m Upset” – 7° posição no dia 14 de julho
“Emotionless” – 8° posição no dia 14 de julho
“Don’t Matter to Me (Drake feat. Michael Jackson)” – 9° posição no dia 14 de julho
“In My Feelings” – 1° posição no dia 21 de julho
“MIA (Bad Bunny feat. Drake)” – 5° posição no dia 27 de outubro

3 – #InMyFeelingsChallenge
Sim, ele tem um trilhão de hits e deve tocar todos no Brasil. Um de seus grandes sucesso em 2018 foi ‘In My Feelings’ que viralizou e levou o mundo inteiro a aderir ao #InMyFeelingsChallenge, em que as pessoas saiam do carro em movimento para fazer uma dancinha. O que gerou alguns problemas… De todo jeito, a música ficou mais de 10 semanas no topo da lista das mais ouvidas e o clipe tem quase 200 milhões de visualizações.

4 – Rapper “fofo”
O hip hop, em muitas e muitas de suas letras, diminui a mulher em relação ao homem. Drake é diferente, em suas canções ele mostra que também é vulnerável e tem seus questionamentos, além de mostrar um estilo mais flexível e menos machista. Por exemplo, na música “Take Care”, ele canta “Eu estarei lá por você, eu cuidarei de você” e em “Blem” uma das estrofes é “a próxima vez que transarmos, não quero transar, quero fazer amor/ Próxima vez que conversarmos, não quero conversar, quero confiar”. Ponto pra ele!

5 – Feats

Rihanna e Drake juntos: queremos! || Créditos: Reprodução

Ele também sabe escolher bem seus “feats” e já cantou ao lado de Kendrick Lamar, Big Sean, DJ Khaled, Nicki Minaj, Jay-Z, Kanye West, Lil Wayne, Eminem e, claro, Rihanna. Como esquecer “Work”? Queremos esse casal de novo e de preferência no Rock in Rio. Pode ser? A gente nunca pediu nada…