18.06.2021  /  10:51

Glamurama celebra os 75 anos de Maria Bethânia do jeito que a artista e os fãs amam: música e arte

Maria Bethânia | Créditos: Divulgação

Dona de uma das vozes mais marcantes da música popular brasileira, Maria Bethânia completa 75 anos nesta sexta-feira. Com mais de 50 deles dedicados à cultura, 34 discos de estúdio, 22 álbuns ao vivo, diversas participações em trilhas sonoras de filmes e novelas, além de inúmeras colaborações com outros artistas, ela segue mostrando sua força. A prova disso é o número de gravações que a artista possui no banco de dados do Ecad, escritório brasileiro responsável pela arrecadação e distribuição dos direitos autorais: 1.931 cadastradas, um dos maiores da América Latina.

Para celebrar essa carreira única, um levantamento foi feito sobre as músicas interpretadas por ela e que marcaram a sua carreira. “O que é, o que é”, de autoria de Gonzaguinha, foi a canção que Maria Bethânia mais gravou como intérprete até agora. O ranking segue com “Sonho meu”, de autoria de Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho, e “Viramundo”, de Capinan e Gilberto Gil, aparecem logo em seguida. Dessas, a mais tocada no Brasil nos últimos cinco anos foi “Brincar de viver”, canção de autoria de Guilherme Arantes e Harrigan Lucien. No top 3 deste ranking, também aparecem “Gostoso demais”, de Dominguinhos e Nando Cordel, e “Tocando em frente”, de Renato Teixeira e Almir Sater.

Atualmente, a baiana se prepara para lançar “Noturno”, seu próximo álbum que reforça os laços musicais da cantora com o compositor, músico, arranjador e produtor musical Paulo Dáfilin, gravado entre setembro e outubro de 2020, no estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro. “A flor encarnada” foi eleita o primeiro single do disco, que desabrocha nos aplicativos de música na próxima sexta-feira. Neste trabalho, ela está acompanhada dos músicos: Zé Manoel, pianista, o violonista João Camarero e o baixista Jorge Helder. Além disso, o disco tem composições de Tim Bernardes, Chico César e Adriana Calcanhotto, incluindo “2 de Junho”, sobre a morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva, que caiu do prédio em que a patroa de sua mãe morava, no Recife.