04.03.2021  /  22:26

Fernanda Lima revelou que pai, que morreu de Covid no ano passado, deixou fitas gravadas para ela: “Isso me ajudou tanto”. Entenda!

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert estão a todo vapor para a estreia de ‘Bem Juntinhos’, que deve rolar em abril, no GNT. A ideia da atração é misturar conversas entre eles, entrevistas e culinária. “A gente vai receber convidados pra conversar sobre cotidiano, questões que todo mundo vive em relacionamento”, disse a apresentadora, no ano passado. “Vai ter comida, claro. Reunião de amigos sem mesa bem servida, não dá”, comentou o prendado Rodrigo, que garante que vai dar dicas para facilitar a vida doméstica.

Além do ‘Bem Juntinhos’, o GNT já garantiu mais duas temporadas do ‘Tempero de Família’, comandado por Hilbert, e Fernanda avisou em entrevista ao podcast Calcinha Larga que não sabe se ‘Amor & Sexo’ voltará ao ar porque demanda muito tempo e trabalho, e, no momento, ela está focada no programa com o marido e na filha pequena, Maria, de 1 ano e 3 meses.  “A Maria ainda mama, mais à noite. Aí a gente não dorme direito, é bem chato, ainda mais agora que trabalho o dia todo fazendo roteiro, roteiro e mais roteiro”.

A apresentadora ainda aproveitou para falar do maridão, com quem vai dividir cena na nova atração: “A família do Rodrigo é muito prendada. A mãe dele é uma mulher fantástica, que faz todas as coisas e foi me encantando. Agora na pandemia me ensinou a fazer pão, tricô. E o Rodrigo viveu muito no meio dessas mulheres, das tias, e aprendeu tudo ali. É importante escolher os parceiros com quem vamos passar a vida vendo como eles se relacionam com a família, com as mulheres. Ele é um cara muito feminino nesse sentido, uma alma sensível, vulnerável, e isso me encanta”.

E por falar em família, Fernanda lembrou da morte do pai, Cleomar, que morreu no ano passado vítima de Covid-19. “Meu pai era muito presente na minha vida. Uma vez ele começou a me contar histórias da família e pedi pra ele gravar tudo em fitas pra eu escutar com calma. Passaram-se alguns anos e quando ele morreu me deixou uma caixa com 10 fitas gravadas. Comecei a escutar tudo, desesperada. Ele contou sobre os pais dele, os avós, mas com uma riqueza de detalhes… Só não deu tempo de contar sobre a vida dele e da minha mãe. Uma pena! E isso me ajudou tanto. Todo mundo deveria fazer. Valeu mais que uma terapia”, lembrou ela emocionada no podcast.