06.12.2018  /  10:29

Emma Stone vai embolsar quase R$ 40 milhões para ser a nova Cruella De Vil da telona

Emma Stone || Créditos: Getty Images

Emma Stone já está sentindo os efeitos financeiros pelo Oscar de Melhor Atriz que ganhou no ano passado por “La La Land: Cantando Estações”. Recém-anunciada como a principal estrela da nova versão live-action de “101 Dálmatas” que a Disney encomendou para, ao que tudo indica, meados de 2021, a atriz americana vai embolsar um cachê de US$ 10 milhões (R$ 38,9 milhões) para interpretar a famosa vilã Cruella De Vil na superprodução, que deverá ter o dobro dos US$ 75 milhões (R$ 291,9 milhões) investidos pela gigante de mídia na última adaptação para a telona, de 1996, do romance de mesmo nome publicado em 1956 por Dodie Smith. Stone já é uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood há tempos, mas nunca tinha levado pra casa uma soma tão grande por apenas um trabalho.

Vale dizer que esse tipo de remake de historinhas bem conhecidas do público infantil é a nova mania em Hollywood, já que costuma receber os orçamentos mais generosos (o que se traduz em melhores salários) e atrai cinéfilos de todas as idades, razão pela qual é capaz de transformar qualquer atriz ou ator não muito conhecido em mega-celebridade do dia para a noite. E a própria Disney está por trás de alguns dos mais aguardados para os próximos anos, sendo “O Rei Leão”, que terá Beyoncé Knowles entre as dubladoras oficiais, o mais mais. Aliás, Queen Bey também recebeu os mesmos US$ 10 milhões pagos a Stone para emprestar a voz para a leoa Nala no desenho previsto para estrear em julho do ano que vem.

No caso da próxima trama cinematográfica sobre a obsessão de De Vil pelos filhotes de dálmatas, o mote principal será a origem da personagem fashionista em sua fase mais punk e bem diferente da editrix criada por Glenn Close no longa dos anos 1990, algo jamais contado até hoje no universo da sétima arte. O roteiro ficará a cargo de Aline Brosh McKenna, a mesma que assinou o de “O Diabo Veste Prada”, e a direção será do australiano Craig Gillespie, responsável pelo elogiadíssimo “Eu, Tonya”. (Por Anderson Antunes)

Glenn Close como De Vil no filme de 1996 || Créditos: Divulgação