24.09.2019  /  19:52

Em clima de contagem regressiva para a estreia do ‘Se Joga’, Fernanda Gentil celebra: “É uma delícia o contato olho no olho”

Érico Brás, Fernanda Gentil e Fabiana Karla no Se Joga // Divulgação

Se jogando em um novo desafio na vida e na carreira, depois de duas Olimpíadas e três Copas do Mundo no currículo, Fernanda Gentil estreia universo do entretenimento após 10 anos no esporte. A partir do dia 30, a apresentadora assume as tardes da Globo junto com os atores Érico Brás e Fabiana Karla. No programa ‘Se Joga’, eles se unem a anônimos e famosos em jogos, informação, comportamento, tudo numa dinâmica leve, divertida e… ao vivo. Na entrevista abaixo, Fernanda adianta: ‘Se Joga’ é um programa pensado para o espectador que quer relaxar, respirar, brincar com a gente e, de quebra, ainda aprender um pouco.”

Como é para você, depois de tantos anos no esporte, estrear em um projeto de entretenimento?
Fernanda Gentil: É muito desafiador. Fechei um ciclo importantíssimo da minha vida no esporte. Foram 10 anos trabalhando com isso e posso dizer que realizei o meu maior sonho. Era tudo o que eu queria. Mas sou movida a desafios e já estava ansiosa pelo próximo. O entretenimento veio numa ótima hora, depois da Copa do Mundo da Rússia. Estou animada e ansiosa.

Quais são os maiores desafios desse projeto?
FG
: O próprio programa já é um mega desafio: diário, numa área diferente. Ser ao vivo não é exatamente um desafio para mim, não é novidade. O tempo de programa também não porque eu fazia o ‘Esporte Espetacular’, que durava algumas horas. Mas o assunto é outro, a abordagem é outra. O público muda. Então, tem que virar uma chavinha.

O que o público pode esperar?
FG
: É um programa pensado para o espectador relaxar, respirar, brincar com a gente e, de quebra, ainda aprender um pouco. A gente tenta sempre puxar para esse lado. Os jogos, por exemplo. São vários, cada um com uma mensagem diferente. Tem jogo sobre o Brasil, sobre adivinhações, de memória, de Fake News…Tem interatividade com a plateia e com quem está em casa. É um programa que nasceu para ser um passatempo para quem assiste.

Como está sendo a parceria com o Érico e com a Fabiana?
FG
: Maravilhosa! São duas figuraças. Acho que eles têm uma energia importante para o programa. Temos uma química, uma liga muito boa. A receita para a boa convivência é essa: pessoas do bem e energia positiva.

Qual é a rotina de vocês? Vocês participam de outras etapas de produção, de reunião de pauta?
FG
: Eu, particularmente, adoro a fase de criação. Me dá tanto tesão quanto apresentar em si. Apresentar é a ponta do iceberg, mas a base dele é muito gostosa de participar. Procurei, sim, entrar nesse processo de criação. Desde que chegaram, Érico e Fabiana também mergulharam de cabeça. Se a gente chegar e só apresentar, não é a mesma coisa. É um programa ao vivo, diário, então a gente tem que estar por dentro do que está acontecendo.

Como está sendo lidar com a plateia? É uma novidade para você?
FG
: Já falei tanto com galera em estádio, Copa, transmissão em geral, cobertura… Então, fazer ao vivo com galera não é exatamente uma novidade. Só no estúdio que sim, acho que eu nunca fiz programa assim com o público. Mas é muito gostoso. Isso esquenta e traz uma energia legal. Você sabe na hora se rolou ou não a brincadeira, a piada, o jogo. E eles ficam muito felizes de fazer parte do programa. Se eles não participarem, não funciona, não acontece.

 Sua estreia recente no teatro te ajudou também nisso?
FG
: Me ajudou muito a ter esse termômetro instantâneo. A novidade do teatro foi essa curta distância. Você faz e vê quem estão reagindo, você sabe exatamente o rosto, as características de quem está te assistindo. Tudo o que eu fiz até aqui, óbvio, eu falava para a câmera, mas não sabia quem estava me vendo. A plateia te dá essa vantagem imensa. É uma delícia o contato olho no olho, é muito mais quente, muito mais direto. Então, o teatro foi com certeza uma mão na roda.

O ‘Se Joga’ tem uma linguagem bastante ligada ao universo digital. Isso já era parte da sua rotina?
FG
: Sim. Acho que hoje em dia a gente não acorda sem dar a famosa ronda nas redes e sites para ver o que está rolando. Muita gente não espera mais o jornal impresso chegar na porta de casa, vai direto para os sites e para os portais. A gente tentou trazer essa linguagem para a televisão para fazer parte dessa ronda. A pessoa tem que saber que com a gente ela também vai estar informada, principalmente sobre o que está viralizando e o que está sendo notícia nas rodas de família, amigos, parentes, no trabalho. Então, a famosa nuvem de palavras, que vai abrir o nosso programa, vai trazer essa ronda digital para a televisão