10.02.2018  /  9:00

DiCaprio investe R$ 6 mi em app polêmico que se autointitula o “Shazam das artes”

DiCaprio, o mais novo investidor do Magnus || Créditos: Getty Images/Reprodução

Um dos maiores colecionadores de arte de Hollywood, Leonardo DiCaprio – que em breve será visto na telona interpretando Leonardo Da Vinci – agora é sócio do controverso aplicativo Magnus, que se autointitula como “Shazam das artes”. O vencedor do Oscar por “O Regresso” decidiu comprar uma fatia da start-up virtual por considerá-la uma das melhores formas para as pessoas do mundo inteiro se informem sobre obras relevantes de vários artistas. Estima-se que ele tenha aplicado perto de US$ 2 milhões (R$ 6,6 milhões) no negócio.

Criado em 2016 pelo ex-galerista Magnus Resch, o Magnus permite a seus usuários fotografar quadros e afins e a partir desses cliques o app faz uma busca automática pelas informações mais importantes sobre o histórico das peças. A ideia parece legal, mas teve gente que reclamou da maneira como o aplicativo coleta esses dados, nem sempre deixando claro para quem os fornece do que se trata ou obtendo autorização para compartilhar o conhecimento.

Eleito em 2015 um dos maiores entusiastas de arte contemporânea do mundo, DiCaprio é dono de uma coleção eclética que inclui fósseis de dinossauros, trabalhos assinados por nomes como Basquiat, Picasso e Jean-Pierre Roy e até gibis raros. Coincidência ou não, a mãe dele – Irmalin DiCaprio – decidiu nomeá-lo em homenagem a Da Vinci ainda durante a gravidez, quando sentiu na barriga um chute do herdeiro enquanto apreciava uma obra do autor da Mona Lisa em um museu. (Por Anderson Antunes)