28.03.2013  /  14:00

Dica Suzuki SX4: Carol Sanchez conta tudo sobre as meninas do skate

Carol Sanchez, de branco à direita, com as amigas nas voltas de skate

Esporte de menina, sim, senhor. O skate deixou de ser coisa de menino já faz tempo. Entre curvas e manobras, elas se renderam à prancha com rodinhas e fazem bonito. Suzuki SX4 e Glamurama conversaram com Carol Sanchez, que entrou “no rolê” há seis meses e está apaixonada pelo esporte.

Você foi apresentada ou se apresentou ao skate? Trabalho na área de streetwear com marcas de skate e surf, fui casada com um skatista profissional, pai da minha filha, mas nunca me interessei muito. A vontade de andar de skate veio de um ano para cá, quando conheci melhor o skate cruiser.

O que ele tem de especial? É mais largo, diferente do street. Tem o mesmo tamanho, mas é mais arredondado, parece uma prancha de surf. As rodas são mais largas, o rolamento mais molinho, é mais firme, dá mais estabilidade, mais fácil de ficar em pé. Não é um skate de manobras, nem para descer ladeiras. É mais de rolê, para andar na rua ou no parque. Acho que foi com ele que as meninas começaram a andar mais de skate.

E onde você costuma andar? Não ando na rua, não. Moro em São Paulo, acho as ruas um tanto difíceis. Uma vez por semana saio com um grupo de amigas. Geralmente a gente vai ao Parque do Ibirapuera e Villa-Lobos, e agora a gente está explorando uns lugares diferentes, como o estacionamento do Estádio do Pacabembu e umas praças com piso legal, mais lisinho e com descidas boas. A gente não tem dia fixo para sair, às vezes é à noite, depois do trabalho, às vezes é no domingo.

Quais as dicas para quem quer começar a praticar também? O skate não tem regras nem exclui ninguém. Qualquer pessoa pode andar, basta comprar um e subir. Só que é preciso ter cuidado, usar os equipamentos de segurança – capacete, joelheira, protetor de mão. Da primeira vez que tentei andar, levei três tombos e fiquei com a mão em carne viva, poque estava sem o protetor. Dependendo do tombo, da velocidade em que estiver em ladeira, por exemplo, é muito perigoso bater a coluna, a cabeça. Tem que tomar cuidado. Essa é minha dica.

Qual a sensação depois do esporte? Olha, depois de uma, duas horas, sinto pernas e bumbum doendo como se tivesse feito musculação. Fortalece bem o abdome também, porque a gente força uma perna só para o impulso e se abaixa. É um ótimo exercício!

E qual a melhor sensação? Coloco uma música boa no meu iPod e saio para sentir o vento na cara. Essa é a melhor sensação. Claro, conseguir fazer as primeiras curvas e umas voltas menos tensas e remar é muito gostoso também!

*O que rola no iPod de Carol para os rolês de skate? Muito “The Black Keys” e hip hop, que, segundo ela, “é a cara do esporte e tem tudo a ver com o lifestyle urbano e a cultura do skate”. Rodinhas nos pés hoje, glamurette?

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