Alice Braga
Foto: Divulgação/Netflix

Alice Braga comemora sucesso nos EUA com ‘Rainha do Sul’: ‘Uma mulher latina nesse lugar representa muito’

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Vivendo em Los Angeles a maior parte do tempo, Alice Braga vem colhendo os frutos de uma carreira iniciada há muitos anos no exterior. Este ano, por exemplo, a série “Rainha do Sul”, em que encarna Tereza Mendonza, uma mulher que se torna chefe de um cartel de drogas, se tornou uma das três mais vistas na Netflix no mercado americano, ao exibir a última temporada.

“Ficar no top 3 da Netflix nos Estados Unidos foi muito especial. E ao fim acabamos ficando top 7 global. Isso tem uma força, um valor muito lindo porque é uma representação latina muito forte”, comemora a atriz, que esteve no Brasil a convite das marcas Neriage e Stella Artois para participar pela primeira vez de uma São Paulo Fashion Week.

Mais que a marca alcançada pela série, que desbancou pesos pesados no mercado americano como “Greys Anatomy’s”, Alice diz ter sido alertada por um jornalista de outro feito da personagem. “Ele me contou que fui a a única mulher latina no prime time [horário nobre] nos Estados Unidos na televisão semiaberta. Ter uma mulher latina como protagonista nesse lugar representa muita coisa.”

Alice Braga
Alice Braga e Rafaella Caniello no desfile da Neriage. Foto: Zé Takahashi

Após seis anos dedicada a Tereza Mendonza, a atriz e produtora já tem outros projetos em andamento nos EUA. Entre eles uma série para o canal FX, dirigida por Brit Marling e Zal Batmanglij, criadores da série “The OA” da Netflix. “Admirava muito o trabalho deles e fiquei honrada quando me convidaram para entrar no elenco que conta com atores que admiro muito, como Clive Owen e Emma Corrin”, celebra.

Esse ano ainda, Alice também estará de volta ao cinema – por aqui foi vista no ano passado no longa “Eduardo e Mônica”, baseado na música da Legião Urbana. A atriz estará num filme do diretor Danis Goulet, na Netflix, e também no novo projeto do diretor Robert Rodriguez, parceiro preferencial de Quentin Tarantino, chamado “Hypnotic”.

Sobre a estreia no mundo da moda – Alice não desfilou, mas fez uma intervenção artística, lendo um poema, a convite da designer Rafaella Caniello -, ela não desconsidera que a experiência possa inspirar outros projetos, numa carreira já tão diversificada. “A moda também é uma expressão artística. Quando um estilista cria uma roupa é um processo criativo. Poder dar um pouco de vida a essa arte foi inspirador.”

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