18.07.2019  /  14:41

Com mais de 20 anos de profissão, Fabiula Nascimento comemora primeiro papel com família completa em novelas. Oi?

Fabiula Nascimento || Créditos: Reprodução

Com 23 anos de profissão, essa será a primeira vez que uma personagem de Fabiula Nascimento terá pai em uma trama. E ele será nada mais, nada menos, que Antonio Fagundes, o Alberto, de “Bom Sucesso”, próxima novela das 19h, da Globo. “É a primeira vez que tenho família mesmo, sem ser só irmão ou irmã. Acompanho o trabalho do Fagundes desde ‘Vale Tudo’ (1988). Atuar com ele é sensacional”, celebra. “A Mariana (Nana), é uma workholic, uma mulher muito profissional, toma conta da família inteira, leva todo mundo nas costas. Ela é o cérebro da editora do pai e assumiu desde a morte da mãe esse lugar de empresária, dona da casa, filha desse pai, mãe desse pai. Faz de tudo para salvar a editora, para que tudo dê certo”, antecipa.

No folhetim, Nana será casada com o sedutor e ambicioso Diogo, (Armando Babaioff), que trai a esposa com sua assistente pessoal, Gisele (Sheron Menezzes). Os dois, além de amantes, serão parceiros nas tramoias. “Ela casou com esse homem, mas não tempo para essa coisa de ciúme. Está com Diogo porque ele a acolheu quando a mãe morreu, coisa que o pai não faz e nem o irmão Marco (Romulo Estrela). O marido está ao lado quando ela precisa e nem passa por sua cabeça que ele é o grande vilão”.

Discreta quanto à vida pessoal, a atriz que será traída na ficção, diz que poderia perdoar uma traição. “Dependendo da conversa, perdoaria. Tudo é parte da conversa, as relações são maiores que isso. Tudo é contrato na vida. É muito raso você dizer se perdoaria ou não, assim. Só quem está dentro de uma relação sabe o que se passa”, afirma Fabiula, que na vida real, comemora a parceria com o marido, o ator Emilio Dantas. “Estamos sempre juntos e nos ajudando”.

Com trajetória construída as custas de muito trabalho, a atriz afirma que o ofício é sua vida. “Meu trabalho é muito importante para mim. Cada personagem me aguça, me abre para a vida, eu até faria outra coisa porque desempregada jamais, sei fazer milhões de coisas, sei limpar uma casa que é uma beleza, sei fazer comida muito bem. Sou uma mulher batalhadora”, diz. “Mas realmente é um prazer ser uma profissional da arte, da fala, da comunicação”. (por Brunna Condini)