07.11.2019  /  12:13

Chay Suede e a expectativa da chegada de Maria: “Até uma playlist para a hora do parto fiz e já compus uma música para ela”

Chay e Laura: esperando Maria // Reprodução Instagram

Chay Suede vai viver duas estreias seguidas nos próximos meses. Uma profissional em “Amor de Mãe”, no próximo dia 25 de novembro, em que será Danilo, único filho da Thelma vivida por Adriana Esteves, e a outra, íntima e intransferível: ser pai de Maria, sua filha com Laura Neiva que deve chegar entre a segunda quinzena dezembro e a primeira semana de janeiro. “Está tudo pronto para a chegada dela e não estou ansioso como pensava que ia estar. Até uma playlist para a hora do parto fiz e já compus uma música para ela”, conta. “Sou profissional em ser filho, ser pai é novo para mim”.

Envolvido pelo momento, o ator confessa que a paternidade sempre foi um sonho. “Desde criança. E eu espero poder estar muito presente na vida da minha filha. Têm coisas que são fundamentais passar para ela, como respeitar as pessoas, as coisas básicas, ser gentil com os outros, amar a Deus. Mas não gosto de projetar tanto, vamos aprender um com o outro”, diz e antecipa que o casal não vai parar por aí: “Queremos ter mais filhos. Se depender da Laurinha no mínimo três”.

Chay Suede como Danilo em “Amor de Mãe”  || Créditos: TV Globo

Na próxima trama das 21h, de Manuela Dias e direção de José Luiz Villamarim, ele repete a recente parceria com Adriana Esteves – em “Segundo Sol”, ele foi Ícaro, um dos meninos da cafetina baiana Laureta, vivida pela atriz – mas agora, como seu filho.  “É muito diferente. Estamos recomeçando, mas aproveitamos o carinho, afeto e intimidade que construímos. Mas como é uma relação diferente, estamos construindo cena a cena. Me sinto confortável, acho Adriana uma das maiores atrizes do Brasil. Sou fã dela e noveleiro”.

No papo, o ator contabilizou identificações e diferenças com o novo personagem. “Me reconheço no amor profundo e no respeito que ele tem pela sua mãe. O tema da novela me abriu novas janelas sobre como se dá essa relação de mãe e filho e para valorizar coisas que não tinha pensado. Como por exemplo, o fato da minha mãe ter me criado com tanta liberdade e confiança”, analisa. “Mas sou diferente do Danilo. Eu vim morar sozinho no Rio tinha acabado de fazer 18 anos e minha mãe me apoiou muito. Nunca fez questão de me manter debaixo das asas. Queria me ver feliz e sempre fez de tudo para que isso acontecesse. A Thelma também quer vez o Danilo feliz, mas tem uma maneira diferente de administrar esse cuidado. A grosso modo, é superproteção, mas também acho que tem mais cores, na relação dos dois. Acho que os dois se protegem muito e são invasivos um na vida do outro. Mas eles têm uma relação, antes de tudo, de um amor profundo. É sobre amor”. (por Brunna Condini)