12.02.2019  /  9:38

Carta que Meghan Markle enviou para o pai tem causado calafrios na família real. Entenda!

Meghan Markle e seu pai, Thomas Markle || Créditos: Getty Images

Uma das principais manchetes no Reino Unido de uns dias pra cá, a carta que Thomas Markle, pai de Meghan Markle, recebeu da ex-atriz logo depois que ela se casou com o príncipe Harry, em maio do ano passado, se tornou um grande problema para a realeza britânica. Supostamente assinada pela duquesa de Sussex e contendo mais de cinco páginas, a correspondência escrita em papel timbrado com brasão real e tudo inclui trechos como “você quebrou meu coração em um milhão de pedaços” e “se você realmente me ama, pare de explorar minha relação com meu marido para seu benefício”, mas o que realmente preocupa os assessores palacianos são as passagens do relato de teor altamente pessoal que ainda não vieram a público.

Motivos para isso, é claro, eles têm de sobra, já que o responsável pelo “vazamento” está sendo apontado como o próprio Markle, que estaria vendendo as partes mais picantes da cartinha que recebeu da filha famosa para tablóides britânicos e australianos. Para evitar o pior, o pessoal que cuida da imagem de Meghan e Harry no Palácio de Kensington, a residência oficial do casal em Londres, já montou uma verdadeira operação de guerra a fim de contornar quaisquer bafões indesejados que venham a surgir nas páginas da imprensa de celebridades daqui pra frente.

Um dos resultados mais visíveis da força-tarefa está na última edição da revista americana “People”, que contém uma matéria com relatos de cinco fontes anônimas descritas como bastante próximas de Meghan e que contaram para a publicação detalhes sobre a rixa dela com o pai. Segundo as tais fontes, Markle foi procurado inúmeras vezes por Meghan depois do casamento dela com o sexto na linha de sucessão de Elizabeth II, mas não quis conversa. A propósito, nos círculos reais londrinos o comentário é que a rainha já mandou o neto resolver o pepino de sua mulher o mais rápido possível, e de preferência sem que o Palácio de Buckingham, nesse caso a residência oficial da monarca, precise ser acionado para fazê-lo. (Por Anderson Antunes)