27.09.2015  /  15:43

Cara Delevingne fala sobre Hollywood, o adeus às passarelas e Brasil

O giro de Cara Delevingne pelo Brasil || Créditos: Ali Karakas / AgNews / Divulgação
O giro de Cara Delevingne pelo Brasil || Créditos: Ali Karakas / AgNews / Divulgação

A agenda de Cara Delevingne no Brasil não teve folga: a top chegou na sexta-feira de manhã em São Paulo para o lançamento do alto verão 2016 da Bo.bô e só parou na madrugada desse domingo, na ressaca do Rock in Rio. Ainda na sexta, Cara participou de um meet & greet com fãs no hotel Fasano – onde estava hospedada. Depois foi direto para a loja da marca na Oscar Freire e ganhou um jantar privé e depois uma boa noitada no Estúdio, em Pinheiros, onde rolou a festa All Night Wrong, da agência Haute em parceria com a Bo.bô. Já no sábado, Cara pegou a ponte aérea para o Rio, onde se hospedou no Fasano. No fim da tarde a top embarcou em um helicóptero na Lagoa com destino à Cidade do Rock. Por lá visitou o espaço da Fender que a SKY armou e garantiu sua guitarra, não antes sem arriscar uns acordes e soltar a voz com “Sweet home Alabama”. Depois, show de Sam Smith e Rihanna da área VIP e hotel de novo. Glamurama conseguiu uma brecha na agenda dela para esta entrevita abaixo. O bate-papo? Passarelas, “Esquadrão Suicida”, brasileiros e mais… Confira!

(Por Bárbara Tavares)

Glamurama: Como foi sua transição de modelo à estrela de Hollywood. Você acha que fez a escolha certa?

Cara Delevingne: Meu Deus! Eu acho que não foi uma escolha, simplesmente aconteceu. Não gosto muito de toda essa história de transição. Não acho que eu era uma modelo de passarela e agora sou uma atriz. Ainda sou modelo sabe, tudo o que eu fiz ainda sou eu. Não parei com a moda, é que agora estou fazendo filmes. Só estou seguindo os meus sonhos.

Glamurama: Então você vai continuar sendo modelo e desfilando?

Cara Delevingne: Desfilando não, eu não tenho mais todo esse tempo porque agora estou ocupada fazendo filmes. Mas não parei de ser modelo.

Glamurama: Como modelo você cruzou as mais importantes passarelas do mundo. Do que mais sente saudade?

Cara Delevingne: De ver minhas amigas mais. É difícil porque quando você é modelo você encontra as outras modelos o tempo todo, porque vocês estão todas no mesmo lugar.

Glamurama: Como atriz você estrela no ano que vem um dos mais esperados filmes da DC Comics, “Esquadrão Suicida”. Como foi essa experiência? É esse o tipo de filmes que você pretende continuar fazendo?

Cara Delevingne: Essa foi uma das mais incríveis, inesquecíveis e marcantes experiências que já tive. Trabalhar com todo mundo que trabalhei, sabe… Eles se tornaram uma família para mim e foi muito difícil quando as filmagens acabaram. Eu mal posso esperar para que todo mundo veja o filme. Realmente acho que será algo muito especial. Quero fazer todos os tipos de filmes, interpretar todos os papéis, trabalhar com todos os diretores. Quero fazer uma variedade de filmes, então se eu continuar fazendo filmes como esse já estarei feliz, mas eu quero fazer de tudo!

Glamurama: Você disse que vocês são como uma família. Você também recebeu os presentes estranhos do Jared Leto?

Cara Delevingne: Sim! Oh meu Deus, eu não lembro, brincadeira, claro que lembro! Eu recebi amostras de sangue e alguns brinquedos eróticos. E cérebros de galinha… Oh, não… cérebros e dentes, camisinhas…

Glamurama: Tem ainda sonhos para realizar?

Cara Delevingne: Já estou realizando um que é ser atriz. Ainda quero trabalhar atrás das câmeras em algum momento: dirigir um filme, produzir… Encontrar uma história que queira fazer e levar isso à frente. Também quero fazer mais caridade, viajar o mundo ajudando as pessoas, porque é isso que eu queria fazer quando era criança, transformar o mundo de uma maneira positiva.

Glamurama: Para finalizar, o que você acha sobre os homens e mulheres brasileiros, seu estilo e tudo mais?

Cara Delevingne: Eu acho que é por isso que venho para o Brasil! É exatamente por isso que estou aqui! A primeira vez que eu vim para o Brasil me apaixonei completamente por tudo, claro, é um lugar lindo, mas… Eu não sei, é sobre como as pessoas são acolhedoras e amáveis. Acho que aprendi mais português na primeira vez que vim do que já aprendi qualquer outra língua, e olha que estudo francês desde que era pequena! Esse espírito de ajudar as pessoas é o que eu mais amo nos brasileiros… E eles também são lindos pra caramba!