16.10.2018  /  14:59

Caio Castro é acusado de vandalismo em evento de paraquedismo na Espanha

Caio Castro é acusado de vandalismo em evento de paraquedismo na Espanha || Créditos: Reprodução Instagram

Deu ruim para Caio Castro. Nessa segunda-feira o ator foi acusado protagonizar, – ao lado dos amigos Matheus Coutinho e  JP Possos – atos de vandalismo durante o evento radical Burning Spring Festival, na Espanha. A acusação foi feita na página de Facebook da equipe de paraquedismo francesa Babylon Freefly.

Parte das obras que teriam sido vandalizadas por Caio Castro e seus amigos || Créditos: Reprodução

Segundo a postagem, Caio e os amigos  invadiram uma propriedade privada e roubaram carros estilizados, pichando e destruindo veículos e estruturas de arte desenvolvidos pela equipe de paraquedismo. O prejuízo, segundo eles, seria de 10 mil euros. “Quando percebemos que estavam dirigindo completamente embriagados e sob efeito de drogas, nós tivemos que apelar para a força física e arrastá-los para fora dos veículos. Eles poderiam ter ferido pessoas com essa atitude”, relata o texto sobre a Expedição Nomads, um projeto financiado por 11 marcas brasileiras capitaneado por Caio Castro que tem percorrido países da Europa.

O texto ainda garante que o trio está sob investigação policial na Espanha por vandalismo, invasão de propriedade privada. “Na próxima vez que pisarem em qualquer aeroporto espanhol serão imediatamente presos”, complementa.

Em resposta ao post feito pela página Babylon Freefly S.L, a assessoria de Caio Castro enviou comunicado nesta terça-feira alegando que fatos foram distorcidos e caluniosos:  “Deve-se considerar tais pontos: a Expedição Nomads até o momento não recebeu nenhuma notificação e/ou intimação da qual possa comprovar a abertura de uma investigação policial a respeito deste caso. Não houve invasão por qualquer integrante da equipe a uma propriedade privada e nem muito menos ao Burning Spring Festival, ocorrido em junho deste ano, somente agora vindo à tona de forma totalmente leviana, uma vez que existiu um convite formal ao evento feito por Rogério Fleury”. Segundo a assessoria as assinaturas pichadas pelo trio foram feitas com materiais disponibilizados pelos próprios organizadores do evento, e que já estavam com outros grafites.