26.09.2020  /  8:55

Caio Blat será engenheiro químico que se envolve com cinema em episódio de ‘Amor e Sorte’. Aos detalhes!

Caio Blat e Luisa Arraes ||
Divulgação Globo/João Miguel Júnior

O quarto episódio de ‘Amor e Sorte’ marca o fim da temporada de uma produção inédita feita pela Globo, produzida remotamente, direto da casa dos atores que foram desafiados a gravar, produzir e atuar com a ajuda ‘virtual’ da equipe. A série, por trás e nas frentes das câmeras, veio para mostrar os reflexos da quarentena e as histórias narram as relações em meio ao isolamento social. No capítulo final chamado ‘A Beleza Salvará o Mundo’ entram em cena Luísa Arraes e Claio Blat, namorados na vida real que encenam um casal que acaba de se conhecer e precisa passar a quarentena debaixo do mesmo teto. Além da atuação, Caio e Luísa fizeram parte do time de roteiristas do episódio: ” ‘Amor e Sorte’ é a sorte que cada um tem de estar com o seu amor do lado para enfrentar tudo que estamos enfrentando”, conta Claio Blat, que ainda falou sobre a rotina de gravações, bastidores e como foi trabalhar ao lado da amada.

Como está sendo trabalhar junto com Luísa na quarentena?
Caio Blat – A gente achava que era muito importante as pessoas que estão em casa poderem assistir pessoas que estão na mesma realidade que elas. Para saberem que não estão sozinhas nessa situação. Foi um grande desafio, eu a Luísa estávamos com tudo paralisado. A agenda estava repleta esse ano e, em um único fim de semana, tudo foi cancelado. E o nosso setor, que é feito da aglomeração humana, foi paralisado. Com as pessoas trancadas em casa, o que mais se precisa é de alívio e esperança, e a arte ajuda nisso.

O que mais destacaria desta experiência?
Caio Blat – Às vezes, eu estava ajeitando alguma coisa da cenografia, e a Luisa vinha aspirando. E eu era responsável pela comida. Eu sempre cozinho, mas a gente não se planejou para estar trabalhando 24h. O primeiro ‘bom dia’ para a equipe era da cama ainda, já acordávamos ao vivo. A gente lidava com essa ansiedade e ia se ajustando. É uma história de amor junto com o trabalho. ‘Amor e Sorte’ é a sorte que cada um tem de estar com o seu amor do lado para enfrentar tudo que estamos enfrentando.
Como foram os bastidores da gravação remota?
Caio Blat – Um momento muito incrível foi quando essa estação de trabalho chegou e quando a gente ligou aquilo e viu a carinha da equipe toda… Foi muito legal! Muito lindo! Realmente deu uma dimensão dos desafios que a gente estava enfrentando. Teve um dia em que tínhamos o dia inteiro do equipamento à nossa disposição e a gente achou que não ia dar para gravar nada. Acordamos e estava chovendo, e foi assim que nós conseguimos gravar cena do filme ‘Cantando na Chuva’, com chuva de verdade! A Luisa conseguiu descer a e fazer a cena na frente do prédio, eu filmando da janela.