05.09.2016  /  23:21

Bruna Marquezine responde sobre Neymar, nudez e triângulo bi

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Bruna Marquezine durante coletiva de imprensa de “Nada Será como Antes”

Bruna Marquezine é Beatriz, cantora de boate dos anos 50 que vira atriz em “Nada Será Como Antes”, nova série da Globo. Glamurama bateu um papo com a moça agora há pouco no evento de lançamento da trama, no Museu de Arte do Rio. “Minha personagem é muito livre, regida pelo prazer”. Na história, ela começa a namorar um rico empresário vivido por Daniel de Oliveira, e depois se envolve com a irmã dele, Julia, papel de Letícia Colin. “Eles passam a viver um triangulo. É bonito ver a transformação da Beatriz e da Julia. As cenas de nudez foram feitas com toda delicadeza, então não me senti desconfortável. Usei tapa sexo, era preciso. Dublê de corpo, não. Os beijos gays são sugeridos, não vão ao ar. Mas eu não teria o menor problema com isso. Fica tudo claro, mas implícito. Foi lindo. Não foi difícil”. Algum constrangimento de saber que seus pais a assistirão dessa forma? “Sei que eu nunca me assisti dessa forma, nem o público. Mas meus pais sempre me apoiaram”.

Perguntamos também por que seus “seguidores” e fãs em geral torcem tanto por uma reconciliação com Neymar. “Não sei. Fiquei surpresa com a repercussão [quando ele correu para abraçá-la na final do futebol nas Olimpíadas e depois os dois foram juntos à final do vôlei masculino, a um shopping, uma festa… ]. Mas essa curiosidade não me irrita. Tento compreender e me preocupar pouco com isso”.

Falaram na internet que essa reaproximação logo durante a competição poderia ser oportunismo de Bruna. O que ela tem a dizer sobre isso? “Críticas maldosas eu tento não levar em consideração. E acho que quando uma pessoa te ofende assim, a questão é da pessoa, não sua. Ela deve estar infeliz com ela mesma. Tento não me magoar. Só dou ouvidos para poucos e bons”.

Para finalizar o assunto… “Tomo um pouco de cuidado com o que faço nas redes sociais, sim, não vou ser hipócrita, mas se eu trouxer essa responsabilidade pra mim, aí que eu piro. Tiro força da minha fé, de Deus, e da minha base familiar”. (por Michelle Licory)