31.08.2020  /  11:36

Anitta adota três cachorros deficientes em seu retorno ao Brasil. Vem conhecer os novos pets da cantora

Anitta e seus novos pets ao lado de Luisa Mell || Créditos: Reprodução

Anitta voltou ao Brasil depois de dias de dolce far niente pela Europa, e não perdeu tempo: adotou 3 novos cachorros. A cantora mostrou que seus novos pets são deficientes e possuem dificuldade de locomoção e visão, e os encontrou em duas ONGs voltadas para a proteção animal com a ajuda da amiga Luisa Mell: “Cheguei ao Brasil! Vim direto para São Paulo e por que não estou na minha casa ainda? Porque adotei 2 cachorrinhos com a Luisa Mell. Na verdade, foram 3 no total”, celebrou.

Um deles é da raça Galguinho Italiano, mesma do Plínio, um de seus cachorros, e vai chamar Norberto. “1 é ceguinho e acabou de ser resgatado! Ele é da mesma raça do Plínio, mas é velhinho. Era usado para fazer filhote”, detalhou a musa. O outro vai chamar Petruchio que não possui um olho e sofreu com maus-tratos. “São 6:30 da manhã e olha com quem estou! Que saudade! Foi um momento muito especial. Ela vai adotar o Dodo, um cachorrinho que nunca pensei que seria adotado. E olha para onde ele vai. Ele tem muitos problemas e doença… Nunca imaginei que seria adotado para ela”, contou Luisa Mell com a brincadeira: “O Dodo não só foi adotado como andará de jato agora (risos)”. O terceiro anda com o auxilio de uma cadeira de rodas. “1 é cadeirante, mas é da ONG O Cãodeirante, não é da Luisa Mell. Estamos esperando a cadeirinha dele chegar e, por isso, não conseguiu vir hoje. Os outros estavam no abrigo dela”, relatou a cantora ao contar porque não encontrou o novo animal ainda. O novo pet não tem nome certo, mas tudo indica que será Ernesto ou Dionísio.

Em seus stories, ela ainda comemorou a chegada dos novos integrantes da família: “Olha eles ali, gente! Meu Deus! Minha mãe vai morrer quando eu chegar em casa, ela vai se matar, tadinha! Cheguei feliz da vida. Quem está feliz? Eu estou!”, afirmou a artista que, na sequência, completou sobre volta ao Brasil: “Vai se um negócio chegar em casa, porque vai unir a saudade dos outros com a chegada dos novos. (risos). Quero nem ver”.