Patrícia Pillar em “O Rei do Gado” || Créditos: Reprodução

25 anos depois, Patrícia Pillar reflete sobre um dos papéis mais importantes de sua carreira, a boia-fria Luana de “O Rei do Gado”. Vem ver!

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Patrícia Pillar em “O Rei do Gado” || Créditos: Reprodução

Em 2021, “O Rei do Gado” comemora 25 anos de sucesso. A novela dirigida por Luiz Fernando Carvalho fez história na teledramaturgia brasileira ao contar o romance – à la Romeu e Julieta – de Bruno (Antonio Fagundes) e Luana (Patricia Pillar), descendentes de duas famílias de imigrantes italianos rivais, os Mezenga e os Berdinazi, que fizeram fortuna no Brasil com criação de gado e plantações de café, respectivamente. Para matar um pouco da saudade e relembrar o que viveram naquela época, os protagonistas Antonio Fagundes e Patrícia Pillar contaram algumas curiosidades sobre os bastidores das gravações.

Entre as recordações, a atriz revelou que para dar vida à Luana chegou a viver como boia-fria por duas semanas. “Eu tive que me aproximar de um universo que não conhecia. Morei 15 dias em uma casa bem simples, acordando às 4h para ir trabalhar com as boias-frias. Isso desperta um amor verdadeiro na gente porque passamos a compreender o universo daquelas pessoas”, afirmou Patrícia em entrevista ao “Encontro”, nesta terça-feira, acrescentando os detalhes: “Era uma casa de um cômodo, sete filhos, em que ela tinha que acordar muito cedo para buscar água para fazer a comida antes de ir pro trabalho, porque não tinha geladeira, isso no Estado mais rico do Brasil, que era o interior de São Paulo onde a gente filmava”.

Já Fagundes lembrou como foi viver dois personagens na mesma novela, o velho Mezenga e, depois, o neto Bruno: “Era muito difícil. A gente estava à beira do rio Araguaia, no meio do mato. Tinha toda a natureza deslumbrante mas tinha muito mosquito, muito bicho, um sol infernal e a gente com as roupas da novela”.

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