20.08.2017  /  7:11

Tratamento de saúde feito em minas de sal na Europa ganha formato express em NY

Máquina express da Breathe Salt instalada na Saks Fifth Avenue, em Nova York || Créditos: Reprodução

O tratamento de saúde para problemas respiratórios como bronquite ou asma inventado no Leste Europeu finalmente atravessou o oceano e hoje é a nova febre nos Estados Unidos. Só que com boas adaptações, claro. Enquanto a versão europeia é feita em minas de sal metros abaixo da terra, onde pacientes descem a bordo de uma gaiola, a versão 2.0 é totalmente express. Trata-se da empresa Breath Salt Rooms, que se auto-intitula o “primeiro centro de terapia de sal seco de Nova York”, e já conquistou espaço até na hypada Saks Fifth Avenue.

O negócio consiste em salas onde são feitos tratamentos respiratórios e até práticas de yoga. Tudo em cabines pouco maiores do que as telefônicas do país, como a que foi instalada na Saks, com paredes e piso forrados de sal rosa do Himalaia – considerado o mais puro do mundo. Durante a sessão, pacientes inalam ar com cloreto de sódio de sal dispersado por dispositivo em praticamente todo o ambiente, e relaxam enquanto respiram ao som de pássaros e de piano suave. Entre os benefícios prometidos pela empresa estão a desintoxicação do pulmão, melhoria da pele e bem-estar geral. O valor do tratamento de 10 minutos de duração é de US$ 25 (R$ 80).

Para entender melhor o poder do sal no ambiente, o mineral faz com que o ar dentro das minas seja livre de alérgenos e baixo em bactérias, além de manter o ambiente com alta umidade. Segundo estudos, o sal no ambiente age diretamente no alívio do desconforto respiratório das pessoas, com reflexo também no sono.

Já que nada supera a magia das minas, para quem quiser testar o tratamento direto na fonte, um dos destinos é Bucareste, na Romênia, ou em Solotvyno, na Ucrânia, onde existem minas de sal aberta a turistas com ar altamente ionizado e pressão atmosférica mais alta que a superfície – atmosfera ideal para o tratamento respiratório.

Mina de sal em Solotvyno, na Ucrânia || Créditos: Reprodução