07.01.2017  /  8:12

Mais e mais americanos incluem pets em seus testamentos. Vem saber

Leona e sua cachorrinha Trouble || Créditos: Getty Images
Leona e sua cachorrinha Trouble || Créditos: Getty Images

É cada vez maior o número de americanos que estão incluindo seus pets em testamentos. A manobra já era comum no mundo dos super-ricos, mas agora até mesmo pessoas de classe média dos Estados Unidos criam trusts para assegurar que seus bichos continuem sendo bem cuidados mesmo após a morte de seus donos.

De acordo com as leis do país, os animais de estimação daqueles que morrem e não deixam herdeiros passam a pertencer ao estado americano, que os transfere para abrigos. É possível, no entanto, garantir em testamento que eles recebam valores suficientes para cobrir todos os gastos que geram até que se encontre um novo dono. O site americano LegalZoom, que elabora documentos oficiais, já tem um serviço exclusivo para isso.

Uma das histórias mais famosas a respeito desse tema é a da socialite Leone Helmsley, que morreu em 2007 e deixou a quantia de US$ 12 milhões (R$ 38,6 milhões) para sua inseparável maltês Trouble. A soma acabou sendo diminuída para US$ 2 milhões (R$ 6,4 milhões) em 2008, mas a cachorrinha não teve muito tempo para desfrutar da bolada, já que ela morreu em 2011. (Por Anderson Antunes)